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Elegância renovada em peças decorativas de filigrana

Elegância renovada em peças decorativas de filigrana
© House of Filigree, Porto, Portugal

 

A arte da filigrana não se limitou à joalharia, mas estendeu-se a vários objetos decorativos e de uso pessoal.

A partir de finais do séc. XIX a filigrana reinventa-se em objectos artísticos, muitas vezes em filigrana de prata associada aos esmaltes. Algumas criações refletem o luxo e o requinte das artes da mesa. Como é o caso desta jardinière, uma floreira que se usava como centro de mesa, em filigrana de prata e cristal lapidado, de ca. 1919-1937, com marca do ourives do Porto, Joaquim Bento da Fonseca.

 

© Cabral Moncada Leilões, Lisboa, Portugal

 

Igualmente interessante, o par de pequenas floreiras em cristal, em que a filigrana se observa nas tampas vazadas, com orifícios circulares que serviam de suporte aos caules das flores. Um trabalho com contraste de Gondomar, datável de ca. 1913-1937. O corpo é em cristal lapidado, provavelmente da Boémia.

Noutra peça do museu, uma pequena jarra de estilo neo-gótico/manuelino, o gosto revivalista combinou o trabalho dos esmaltes, nos elementos heráldicos, com a filigrana em prata dourada, da autoria do ourives António Moreira Martins Cardoso, de Gondomar, datável de ca. 1913-1937.

 

© House of Filigree, Porto, Portugal

 

Esta tendência decorativa revivalista era comum à restante prataria civil das primeiras décadas do século XX, com peças mais ou menos imponentes, que celebravam a época das Descobertas, numa profusão de elementos como a cruz de Cristo, as armas nacionais esmaltadas ou as caravelas e esferas armilares.

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